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terça-feira, 28 de novembro de 2017

O MEU PALMARÉS

 Olá amigos

Como vem sendo habitual, não deixo de colocar aqui os meus diplomas.



         

quarta-feira, 5 de julho de 2017

COMO CORREU O ANO QUE ESTÁ PRESTES A ACABAR

Olá amigos
O ano que está prestes a acabar correu assim assim
Tenho um casal que  só agora começou a por - Pergunto; ...  para quê ? Para deitar os ovos fora- ,,, Tenho l00 anilhados e não quero mais . Este ano deixou muito a desejar.
Guilherme Silva de Canários T,Silva

domingo, 5 de março de 2017

MORREU UM CANÁRIO DOS NOVOS

Olá amigos
Morreu o canário com a anilha  nºl, dos novos
A canária velha não o alimentava suficientemente e eu não dei fé a tempo. Morreu com o papo vazio.
Cumprimentos
Canários T.Silva

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

CANÁRIO VERMELHO

Canário Vermelho
A cor vermelha não existe no canário silvestre,sendo obtida no canário do- mestico a  partir  do  cruzamento híbrido entre o macho do Cardinalito da Venezuela e a fêmea do canário. O Cardinalito tem na sua herança genéti- ca o gene vermelho que lhe permite receber o carotenóide vermelho,conti- do em determinados vegetais. Esta operação decorre principalmente no fí- gad,o motivo porque só os pássaros saudáveis devem adquirir a cor verme lha uniforme.   Como estamos a falar de um carotenóide (cantaxantina), a sua assimilação só terá interesse durante o período da muda da pena, pelo que já foi descrito anteriormente.

Os  primeiros híbridos  das duas espécies referidas  foram  obtidos por um criador  alemão  por  volta de 1920, mas só 10 anos mais tarde se começa- ram a divulgar os canários de factor vermelho.Os canários deste factor di- videm-se  em 2 grupos, vermelho e  alaranjado, que por sua vez também se dividem em outros 2 grupos, os de fundo claro(Lipocrómicos) e fundo escu ro (Melânicos).A configuração do canário com factor vermelho é totalmen te idêntica à do canário comum,sendo diferente na coloração da plumagem


Na muda da pena ,  a  cor vermelha  desaparece devendo ser ministrado na alimentação ou na água uma substância  pigmenária de forma a conservar a cor vermelha.  Por precaução estes produtos deveram ser dados à discri- cão algum tempo antes da muda e mantidos algum tempo depois da mesma Durante esta época deve-se evitar dar verduras, gemas  de ovo  e  sementes de  colza, por estas apresentarem  um colante amarelo  (Luteolina)  na sua composição,sendo assim deve-se dar uma alimentação rica em sementes de aveia e de semilha, não esquecendo a cenoura e como  foi dito o respectivo corante.

Nos canários de factor vermelho,uma plumagem intensa não significa obri-gatoriamente uma cor mais viva,mas sim uma determinada forma de distri- buir os pigmentos pela plumagem.
Como em todas as raças de canários, a plumagem pode ser do tipo NEVA- DO ou do tipo INTENSO. Quanto à primeira tem uma tonalidade mais cla- ra e o canário apresenta um aspecto mais denso e volumoso, quanto  à  se- gunda  tem  uma tonalidade mais  viva e intensa parecendo o canário mais esguio com as penas mais aderentes ao corpo.

Podemos ainda falar na variedade MOSAICO em que o canário  tem duas cores completamente distintas, em que o vermelho ou alaranjado é mais carregado nos machos do que nas fêmeas, facto esse pelo qual se distingue com alguma facilidade os machos das fêmeas

sábado, 11 de fevereiro de 2017

VAMOS VER COMO CORRE O ANO

Olá amigos
Depois de ter posto a namorar os meus passarinhos no dia l/1 do corrente ano, juntei-os no dia  16/1 e tive a primeira ova no dia 1/2/2017.  Destas tenho, para já, 3 ovas cheias e amanhã conto ter  9 ou  10 ovos cheios.
O tempo está  frio e eles estão com pouca vontade. Vamos ver como corre o ano.
Cumprimentos
Canários T. Silva

domingo, 25 de setembro de 2016

GLOSSARIO ORNITOLOGICO

ALELOS –
Genes em que se designam os caracteres.

AMOSAICADO - Canário nevado com tendência a apresentar marcação de mosaico.

ANEL - Abraçadeira inviolável para controle de criação, o mesmo que anilha.

ANILHA - Abraçadeira inviolável para controle de criação, o mesmo que anel.

AUTOSSOMAL - Mutação independente do sexo dos indivíduos do casal.

AVE PRONTA - Ave apta para iniciar o período de reprodução.

BARBAS - Os filamentos localizados de um e de outro lado do raque das penas.

BÁRBULAS - Cada um dos pequenos filamentos laterais das barbas das penas.

BASTÕES - Localização das melaninas negra e marrom na plumagem do canário.

CANÁRIO BORRADO – Canário com manchas pretas nos lipocrómicos e manchas brancas nos melânicos.

CANÁRIO COM FATOR – Canários com lipocromo vermelho.

CANÁRIO NORMAL – Denominação dada ao canário clássico.

CANÁRIO SIMÉTRICO – Canário malhado possuidor de desenhos simétricos de vários 
padrões 

CANTAXANTINA - Pigmento de cor vermelha .... pode ter outra cor avernelhada

CAROTENO - Pigmento de cor laranja ou vermelha.

CAROTENOIDES - Grupo de pigmentos solúveis em gordura, semelhante ao caroteno, tais pigmentos tem sua cor variando do amarelo ao vermelho.

CATEGORIA - Forma pela qual o lipocromo é distribuído na plumagem.
CLOACA - Orifício comum à reprodução e eliminação de fezes, urina e ovos.

CONSANGUINIDADE - Parentesco de sangue.

COR DE FUNDO - Termo utilizado para descrever a presença ou ausência de lipocromo

CROMOSSOMAS - Filamentos encontrados nas células, que carregam os genes, responsáveis pelas informações genéticas de um ser vivo.

CROSSING-OVER – processo da meiose onde os cromossomas se dividem entre si.

DESPIGMENTAÇÃO - Ausência de pequena proporção de certo pigmento.

DILUIÇÃO - Forma pela quais as melaninas se apresentam em sua intensidade mínima.

DIMORFISMO SEXUAL - São as diferenças entre machos e fêmeas, visualizadas com uma simples observação dos pássaros.

DOMINANTE - Pássaro de caracteres dominantes às demais cores de fundo.

DORSO - Parte posterior das costas.

ENVOLTURA - Define as melaninas dispersas na plumagem do canário, que não estão presentes nos bastões e estrias.

ENZIMAS - São catalisadores de natureza protéica produzida por células vivas.

EPISTÁCIA - Fenômeno pelo qual, um par de genes impõem suas características, inibindo as características de outros.

ESPÉCIE –
 Conjunto de indivíduos semelhantes no aspecto morfológico, capazes de se
reproduzir, gerando descendentes férteis

ESTRIAS - Localização das melaninas negra e marrom na plumagem do canário.

EUMELANINA - Coloração negra ou marrom que se deposita na plumagem, formando os desenhos (estrias).

EUMELANINA MARROM - Pigmento marrom no centro das penas.

EUMELANINA NEGRA - Pigmento preto no centro das penas.

FATOR - Elemento que concorre para o resultado de uma mutação.

FATOR AZUL – Grande inibidor de feomelanina sendo o principal responsável pelo brilho dos canários.

FATOR LETAL - Os fatores intenso e branco dominante acasalados entre si, morte de 25% dos embriões.

FAUNA SILVESTRE EXÓTICA - Conjunto de espécies animais silvestres introduzidas em uma área onde não existem naturalmente.

FAUNA SILVESTRE NATIVA - Conjunto de espécies silvestres que ocorrem naturalmente em determinada área.

FENÓTIPO - características genéticas observadas externamente em um canário

FEOMELANINA - Pigmento marrom que se depositas nas extremidades das penas

FLANCO - Cada uma das duas regiões abdominais, direita e esquerda.

GENES - Uma parte de um cromossoma que resulta em certa característica.

GENÓTIPO - Conjunto de genes que contém a informação genética completa para se construir um individuo.

HABITAT - Lugar natural onde um organismo vive.

HARMONIA - Pontuação atribuída aos quartetos, pelo mínimo de diferenças entre os pássaros.

HETEROZIGOTO - Chamamos ao pássaro totalmente portador de alguma mutação não puro.

HIBRIDAÇÃO - É a introdução de um gene de uma espécie, em outra, através de
cruzamentos entre aves diferentes.

HÍBRIDO - Pássaro resultante do cruzamento de espécies distintas. Um exemplo é
o cruzamento do canário com o Cardenalito da Venezuela para obtenção do fator vermelho.

HOMOZIGOTO - Pássaro de genes alelos idênticos, pássaro que não porta nenhuma mutação totalmente puro.

INO - Terminologia aos canários albinos, lutinos e rubinos (canários com olhos vermelho, sem eumelanina negra).

INTENSO - Denominação ao canário com lipocromo amarelo ou vermelho, atingindo toda a extensão das penas.

LINHA CLARA – Grupo de canários lipocrómicos caracterizada pela ausência total
de melanina.
LINHA ESCURA – Grupo de canários melânicos caracterizada pela presença de melaninas.
LINHAGEM - Conjunto de pássaros com consanguinidade controlada.

LIPOCRÓMICO - Todo exemplar que tenha a subplumagem branca. Para conferir, devemos soprar e observar a parte das penas próximo a pele.

LIPOCROMO - Define a cor amarela ou vermelha dos canários

LIPOCROMO DOURADO - Lipocromo indesejado, na qual a cor amarela aparece como gema de ovo.

LIPOCROMO LAVRADO - Lipocromo indesejado, na qual a cor amarela aparece muito diluída e fosca.

LUTINOS - Canários amarelos de olhos vermelhos.

MELÂNICO CLASSICO – Cor básica da linha escura.

MELÂNICOS – Todo exemplar de subplumagem negra, podendo variar desde o bege claro até ao negro, passando por várias tonalidades de marrom.

MELÂNICOS ADJUNTOS – Exemplares que apresentam alguma mutação.

MOSAICO - É um canário com Dimorfismo sexual onde o depósito de lipocromo é restrito em áreas específicas da plumagem; máscara facial, ombros, uropígio e peito, fêmeas e machos são julgados separadamente.
MOSAIQUISMO - Região de localização de lipocromo nos canários mosaicos

MUDA - Época obrigatória de renovação de plumagem.

MUTAÇÃO - Constituição hereditária com aparecimento de caráter inexistente nas gerações anteriores, pode ser ligada ao sexo ou autossomais.

NEVADO - Lipocromo apenas na metade da pena

NÉVOA OU NEVADISMO - Parte branca, da extremidade das penas, dos canários nevados.
OVO CHEIO - Ovo fecundado

OVO CLARO - Ovo que não foi fecundado

OVOSCOPIA - Ato de examinar ovos em fecundação (sétimo dia) para verificar se 
estão fecundados.
OXIDAÇÃO - Forma pela quais as melaninas se apresentam em sua intensidade máxima

PASSE-PARTOUT – Canário verde portador de todas as mutações.

PENUGEM - Primeiras penas que surgem num pássaro.

PIGMENTAÇÃO - Coloração através de substâncias.

PINTO - Canário sem origem definida.

PIO - O mesmo que pinto

QUISTOS - Pela impossibilidade da pena romper a pele e atingir seu desenvolvimento, fazendo com que ela e algumas vizinhas fiquem abaixo da pele, formações de bolas (caroços).

RECESSIVO - É o fator responsável pela ausência absoluta de carotenóide com inibição total do depósito de lipocromo
REMIGES - Penas grandes das asas.

RETRIZES - Penas grandes da cauda.

ROLLER – Diz-se do Canário Harz, de canto melodioso clássico, originário da Alemanha, este canário tem canto mais baixo que os demais, tendo como único item para concurso, o canto.

RUBINOS - Canários de plumagem e olhos vermelhos.

SCHIMELL - Manifestação indesejável de nevadismo em algumas regiões da plumagem dos canários. Característica essa que apresenta desvantagem para efeito de concurso.
SEXO-LIGADA - Denominação à transmissão de uma mutação no cromossoma "X", só o macho porta.

SIRINGE - Órgão interno do pássaro responsável pelo canto.

SUBPLUMAGEM - São as penugens constituídas de penas finas, sedosas, rachões mole e barbas soltas.

TETRIZES - Penas que recobrem todo o corpo do canário.

TIPO - Avaliação da quantidade de melanina no canário. Subdivide-se em Eumelanina e Feomelanina (estrias, bico, pés e unhas)

UROPÍGIO - Região do corpo do pássaro, localizado junto à cauda, onde estão localizados o par de glândulas uropígias.

VARIEDADE – Termo usado na planilha


PS: - Tirado do Blogue do Sr. Armindo Tavares

terça-feira, 30 de agosto de 2016

TIRADO DO BLOGUE DE ARMINDO TAVARES em 30-08-2016

19 de agosto de 2016


" PRIMUS INTER PARES "


A azafama com a passarada tem-me impedido de vir dar novas aos amigos seguidores deste espaço faço-o agora para partilhar umas palavrinhas sobre parte da história do Canário Arlequim Português e, também, sobre a sua cor, num texto que me foi pedido por um amigo para ser publicado na prestigiada revista da Federação Ornitológica Italiana (F.O.I.). O texto deveria ser acompanhado de fotos de aves de vários criadores mas devido à fraca qualidade das fotos não foi possível publicá-las todas fazendo justiça à excelente qualidade das aves escolhidas. Segue o texto em português tal e qual foi enviado para Itália, acompanhado das páginas publicadas, em italiano. Desfrutem.



O  Canário Arlequim Português – Primus inter Pares

Por:  Armindo Tavares;
        - Juiz do Colégio Nacional de Juizes (Secção E);
- Presidente do Clube do Canário Arlequim Português;
- Presidente da Direcção Técnica do Canário Arlequim Arlequim Português.

Fui desafiado, pelo amigo italiano Giorgio Shipilliti, a escrever umas palavras sobre o Canário Arlequim Português, é um desafio que aceito com agrado pois permite-me, junto dos colegas criadores italianos, a quem saúdo, dar a conhecer mais um pouco deste canário que cada vez tem mais criadores por esse mundo fora. Depois já ter lido diversos textos de opinião sobre este novel canário, abordando as mais díspares situações, vou tentar ser um pouco diferente e mais conciso na abordagem desta matéria, fazendo uma pequena introdução sobre o nascimento do canário e abordando de seguida um tema que gera sempre algum desconforto entre alguns criadores, o variegado no arlequim.


1 – Primus inter pares

Foi no início da década de oitenta que ouvi falar, pela primeira vez, no Canário Arlequim Português e no nome do seu criador, o Prof. Dr. Armando Moreno; à data entre os criadores portugueses poucos o levavam a sério face às características fenotípicas que o canário iria possuir. Na verdade, com mais um punhado de amigos a que se juntaram outros amigos, começaram lentamente a proceder a cruzamentos de canários de raças várias visando sempre o objectivo final, um canário elegante com traços de alguma rusticidade, de posição altiva e que fosse, obrigatoriamente, variegado; pretendia o Prof. Dr. Armando Moreno, de alguma forma, que o canário fosse desde logo identificado com a rusticidade do povo português, orgulhoso dos feitos dos seus antepassados e pluriracial. Foi desta forma e pensamento que durante cerca 30 anos o canário foi “trabalhado” por um punhado de criadores portugueses, liderados pelo Prof. Dr. Armando Moreno e não refiro nomes sob pena de poder esquecer alguém.
Quando em 2001, por fim, os primeiros canários atingiram a qualidade necessária para serem apresentados publicamente surgiu consensualmente o baptismo da nova raça, canário Arlequim; Arlequim porque é uma palavra de cariz internacional e ainda porque  sendo uma ave multicolorida o nome assentava-lhe como uma luva pois lembrava o mítico Polichinello, vulgarmente conhecido por Arlequim, com a sua roupa executada com bocados de tecido de cores várias. Como se poderá verificar o nome, Arlequim, com que o canário foi baptizado faz todo o sentido pois é, em qualquer circunstância, obrigatório que a ave seja equilibradamente variegada.
Da miscelânea de raças e cruzamentos efectuados conseguiu-se um canário belo, elegante, multicolorido e de canto melodioso o que o faz único no mundo ornitológico, e que viria a ter o seu reconhecimento definitivo internacional, pela COM, em 18 de Janeiro de 2010, em Matosinhos, Portugal.

2 – A cor no arlequim… Sim, tem de ser obrigatoriamente variegado

Sendo o canário arlequim um canário de porte causa alguma estranheza a muitos criadores que as aves nascidas com pouco ou nenhum variegado não possam ser apresentadas a concurso; isto não é totalmente verdade, elas podem ser apresentadas a concurso mas no item do Standard referente à cor diz que a mesma deve ser “…multicolor e equilibradamente variegada…” o que, na prática, significa que essas aves serão fortemente penalizadas e em alguns casos consideradas atípicas da raça.
Todos sabemos que de um acasalamento de canários arlequins equilibradamente variegados nascem aves variegadas, aves pouco variegadas, e aves unicolores. Não há que estranhar nada, o canário aquando da sua idealização teria de ser obrigatoriamente variegado, para além de outras características e é isso, e só isso, que se tem de seguir pois foi assim que o canário nasceu; os canários, filhos de canários arlequins variegados, que não nasçam com as características, em termos de cor, e que não respeitam o standard deverão ser utilizados para reprodução tendo sempre em vista que devemos, sempre, seleccionar os melhores exemplares e tentar obter, sempre, exemplares variegados.
Um canário só porque é variegado não é um arlequim, tem de obedecer, também, a todos os outros itens do standard.
Não há raça nenhuma em que os exemplares cumpram sempre o estabelecido nos standards e não é por isso que esses exemplares menos bons são descartados; por exemplo temos raças de porte que não podem ter manchas melânicas no corpo e só podem ser brancos ou amarelos que é o caso dos Lancashires sendo admitida a melanina só na poupa, temos o caso dos Poupa Alemão lipocrómicos que também só podem ter melanina na poupa o mesmo sucedendo com os Rheilander e não é por isso que os criadores os deixam de criar ou pretendem alterar o standard. Poder-se-á argumentar que há raças de porte com variegados que admitem canários unicolores, é certo, mas essas raças não nasceram com a obrigatoriedade de serem variegadas.
Quando no standard é referido que a ave deve ser equilibradamente variegada pressupõe-se a distribuição em igual percentagem de melanina e lipocrómo, e é uma interpretação correcta, contudo o que se pretende é que uma ave tenha essa mesma percentagem de variegado distribuída alternadamente por todo o corpo e essa será, sempre, uma ave muito mais valorizada em detrimento de outra que seja, por exemplo; metade lipocrómica e metade melânica, em igualdade de circunstância.
Com a evolução lógica, do canário, no item do Standard relativo à cor é ainda referida a obrigatoriedade da coloração artificial bem como a presença simultânea do lipocrómo vermelho e branco, uma maneira, não técnica, de dizer que a ave deve a ter presença do factor mosaico o que obriga a que o vermelho deve ser o mais vivo e brilhante possível pois caso contrário surgirão aves com tendência alaranjada e amarelada que, obviamente, terão de ser penalizadas na cor.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

ACABOU A 3ª. POSTURA

Olá amigos

Acabou a 3ª. postura e a muda está a mais de meio. A terceira postura não me correu lá muito bem.

Tenho 130 passarinhos novos. Vou reformular a equipa dos velhos e devo vender aí uns 100 passarinhos.

Cumprimentos

Canários T-Silva

domingo, 14 de agosto de 2016

O RESTO DAS MINHAS FOTOS DOS MEUS PASSARINHOS DE 2016

Olá amigos.

Publico aqui o resto das minhas fotos dos meus  passarinhos de 2016











Cumprimentos

Canários T- Silva








quarta-feira, 10 de agosto de 2016

MAIS ALGUNS DOS MEUS PASSARINHOS " 2016 "

Olá amigos

Mais passarinhos deste ano para verem " 2016 "








É tudo .                                                                                                                                                  

Cumprimentos                                                                                                                                       


Canários T. Silva                                                                                                                                 

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Prometo daqui a l5 dias acabar a 3ª. postura.

Olá amigos
Prometo daqui a l5 dias acabar a 3ª. postura. Antes não...a não ser que .... o diabo seja surdo... morram os novos 1º. Este ano tirei cerca de l30 novos. Seis casais teimaram em não me tirarem nenhuns e outros tantos ou mais, uma ninhada, embora tenham posto ovos pela 3ª vez. Ou porque morresem ou porque os ovos estavam vazios ou outra coisa, não tiveram passarinhos. Tem piada que se aproveitam do porta grit para porem agora e/ou até ficam no choco.
Prometo daqui a l5 dias acabar a 3ª. postura.  Os meus só há pouco tempo começaram a muda da pena !.

Banho tonificante em plena muda da pena...
Ricardo Ferreira em Canários Kardus - Há 3 dias
(Os meus canários em plena muda da pena. É gratificante depois de tanto trabalho, constatar que tudo corre dentro da normalidade. Sem aquelas contrariedades que todos bem sabemos... ...e a alegria com que tomam banho... ;) "

Pois é amigo .. Eu de 15 em 15 dias dou os meus passarinhos banho em plena muda, por isso não se admire !

Cumprimentos

Canários T. Silva   .  

sábado, 16 de julho de 2016

SEM SER O FINAL DA 3ª POSTURA

Olá amigos                                                                                                                                                                    
Sem ser ainda o final da 3ª postura  ... está por perto                                                                                                         


De fora, mas dentro do viveiro

Dentro do viveiro

Dentro do viveiro

De fora, mas dentro do viveiro

dentro do viveiro

Dentro do viveiro

Dentro do viveiro

Dentro do viveiro

.
Alguns dos m/ passarinhos de 2016







terça-feira, 12 de julho de 2016

ESTÃO A TOMBOS COM 3ª- POSTURA

Olá amigos
Já só tenho 11 casais que ainda estão a tombos com a 3ª . postura- O resto já estão separados,
Dentro de dias colocarei aqui os m/ passarinhos para serem  vistos, Este ano o tamanho está bom, Não quero dizer que um ou outro precisaria de mais tamanho ... para o ano que vem, se Deus quiser, ficam todos com o tamanho normal, que é 16 cm.
Quando colocar aqui os m/ passarinhos, podem dizer â vontade que está por perto o fim da 3ª. postura em Canários T. Silva.

Cumprimentos

Canários T.Silva

quinta-feira, 14 de abril de 2016

OS MEUS PASSARINHOS ESTIVERAM ADOENTADOS

Olá amigos

A minha lª . postura está a acabar. Infelizmente tive alguns problemas e agora vejo que está passar.
Graças a um tratamento que lhes fiz.
Em conversa com um amigo meu, disse-lhe o que se estava a passar com os meus passarinhos e ele disse que seria salmonelas. Fiz-lhe um pequeno tratamento a conselho dele e parece que tive sucesso. Só hoje anilhei oito passarinhos. ... ontem quatro. ... Tudo pertencentes à 1ª postura.
Há uma coisa que tenho para lhes dizer ... não mudem de papa ou comida ... não mudem mesmo.
Eu os outros anos também os criei e não mudei a papa e ou a comida. ... embora tenha recebido conselhos de que devia mudar a papa e ou a comida ... pode-nos  parecer melhor a papa e ou a comida ... para eles não é.
Quanto à minha lª postura que, como disse. está quase a acabar  ... é caso para esquecer. Alguns, estão já na 2ª. postura... no choco. Vamos ver como corre ! Espero que corra melhor que a 1ª. postura
Esta coisa da passarada é uma coisa que tem muito que se lhe diga !!!
Cumprimentos
Canários T. Silva

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

JUNTEI OS MEUS PASSARINHOS E JÁ ESTÃO A CHOCAR

Olá amigos

Juntei os meus passarinhos no dia  18  de Janeiro de 2016: Vamos lá a ver o que arranjei. Este ano, pareceu-me um ano bom para a criação. Já tenho duas canárias no choco  ...  uma com 3 ovos e outra com 4 ovos ... além disso, outras com o ninho já feito e outras a ultimá-lo.
No dia 14 deste mês, dou mais notícias.
Cumprimentos.
Canários T. Silva.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

ACABO DE JUNTAR OS MEUS PASSARINHOS

Olà amigos
Acabo de juntar os meus passarinhos, Uma vez mais juntei-os porque não está o frio do costume. Oxalá não seja um ano como o ano passado ... apesar de eu não ter muito que dizer.... mas ... não
foi um ano excepcional. O que se espera é que corra melhor que o ano passado.
Cumprimentos.
Canários  T. Silva

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

O CANÁRIO HOSO JAPONÊS



 

 












Este canário de porte deve a sua origem aos criadores japoneses, desde 1925, a partir dos canários europeus (Bossu Belga e Scotch Fancy) e mais particularmente ao Sr. Nakamura no seu canaril de “Hosel” , donde saiu o nome de HOSO.
Os japoneses esforçaram-se por obter um canário longo e esbelto mas que se assemelhava muito com o canário de raça inglesa Scotch Fancy.
Para os criadores japoneses, os canários de tamanho diminuto não eram atractivos, daí eles desistirem da sua criação e os terem vendido e exportado para a Europa. Foi a sua pequenês e a sua elegante silhueta que atraiu alguns dos mais experientes e endinheirados criadores do velho continente.
Criadores belgas e alemães iniciaram uma criação paralela afim de estabilizar o seu standard e de o poderem finalmente apresentar no Congresso de Antibes em 1974.
O standard foi aceite por unanimidade com a condição de que o HOSO JAPONÊS fosse durante dois anos presente ao Campeonato do Mundo.
Desde o seu aparecimento o  HOSO passou por várias alterações até ao reconhecimento como raça oficial, concedido pela OMJ em 1976
Hoje em dia o HOSO é um canário de porte com grande implantação em todo o mundo, contudo com mais incidência na Europa. È uma miniatura do Scotch Fancy, variando apenas no tamanho. Enquanto o canário Scotch Fancy tem de comprimento 17 cm , o HOSO não deve ultrapassar os 11.5 cm. O formato do corpo deve ser em arco-forma de meia lua, cilindrico, sendo a cauda um prolongamento do dorso, tocando o poleiro.
A cabeça deve ser pequena, oval e em forma de serpente. Trata-se de uma raça que cria bem, não necessitando de amas. Para se obter bons exemplares, deve evitar-se não só a consanguinidade directa, como usar o sistema de cruzamento comum a todas as variedades de canários: cruzar sempre intenso com nevado.
O cruzamento de duas aves nevadas, origina o excesso de plumagem e consequente falta de aderência da mesma o que implica penalização no julgamento.
No HOSO são permitidas todas as cores: pintos e unicolores, inclusive o vermelho. No Scotch Fancy a cor  vermelha é interdita. A gaiola utilizada para exposição é a do Border com dois poleiros.


FRANCISCO COUTO
Juiz Nacional CNJ
Juiz Internacional OMJ
Presidente da Comissão Técnica de Canários de Porte de CNJ
  

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

A PRÓXIMA CRIAÇÂO - 2016

Olá amigos
Pouco ou quase nada para vos dizer !
Para já, tenho a anunciar-vos que pus 30 casais Arlequim Português, a namoriscar - Esta ano vou criar com 30 casais. O ano parece-me que vai ser bom. Não está demasiado frio
Pela  primeira vez vou criar com trinta casais arlequim português e um casal de HOSO JAPONÊS. Vamos ver no que vai dar.
Quanto ao HOSO JAPONÊS, não estou com grande fé. Acho-os elegantes demais !
Quanto aos 30  casais ARLEQUTM  PORTUGUÊS não faço como alguém me disse ainda não vai à muito tempo ,,, NÃO VENDO AQUI ARLEQUINS PORQUE COMEÇARAM A MISTURAR RAÇAS E ISSO CAIU NO DESCRÉDITO, ESPECIALMENTE LÁ FORA ... FRANÇA. TURQUIA, ESPANHA, etc, etc... . Amigos, por favor, não façam isso ! Temos que manter a raça genuína. E o nosso canário. ... é o único que temos. Eu queria dizer muito mais sobre esta raça de canários .... mas não consigo ,,,  A casa não é muito pequena, Refiro-me à sua grandeza. ao tamanho do negócio ... ver quase todo o género de  passarada , diversas raças de canários e não ver lá ARLEQUINS PORTUGUÊS !? ... Não ... não ...  eu, não ia sòzinho, ... não ... ia acompanhado ! E que fosse só ... quem ia comigo não disse nada a ninguém --- mas notou que eu fiquei aborrecido ... .
A minha resposta foi virar as costas  a essa gente e não lhe dar uma palavra, porque sei que há  pessoas a fazer isso .   ...  E U    N Ã O    O    F  A   Ç   O    !!!   !!!   !!!  .... prefiro deixar  de criar !
Digo-vos abertamente ... com tal afirmação ... fiquei chocado. aborrecido, senti horror, senti um mal estar, desgostoso, etc,etc. !!!

Cumprimentos
Canários T. Silva