sexta-feira, 26 de julho de 2013

MUDA DA PENA nos Canarios


Muda da pena

Embora sejam muito resistentes, as penas com o tempo começam a perder o brilho e desgastarem-se, precisando serem trocadas.

Trata-se de um processo normal na vida das aves, relacionado a factores biológicos ligados aos hormônios produzidos pela tiróide.
A muda ocorre todos os anos e inicia-se após a época de cria,
(não se deve permitir que se estenda demasiadamente a procriação pois irá prejudicar a época ideal para a muda - verão). Se o pássaro foi bem alimentado irá mudar suas penas facilmente e não passará de 6 a 8 semanas. Nesta época a ave pode perder boa parte das penas ao mesmo tempo, mantendo, entretanto, uma razoável quantidade para proteger o corpo e voar.

Se a temperatura estiver elevada, bastante quente, isso irá antecipar a muda do canário, por outro lado, terminará mais cedo. Em climas moderado e fresco, ela atrasa um pouco.

É recomendado fornecer ao pássaro uma dieta correcta para esta ocasião.
Uma alimentação rica em cálcio, casca de ovo, vegetais, mistura de grãos com maior quantidade de óleo e farinhada com ovo. A água de beber será trocada diariamente e poderá acrescentar algumas gotas de complexos vitamínicos que contenha ferro.


Nos adultos a troca de penas do rabo, das asas, e demais penas inicia-se do centro para as extremidades. A muda das penas das asas ocorre simultaneamente em ambas e aos pares, no corpo ocorre a muda quase por inteiro, terminando na cabeça.
As penas caem naturalmente e devagar sendo que quase nem se percebe que o pássaro está na muda; se o pássaro voar com dificuldades, começar a aparecer a pele, isto não é normal para a época de muda e pode ter sido causado pela má alimentação ou outras causas, não pela muda.

Banhos de sol pela manhã (8 às 9 horas) ajudam bastante na muda. Mantenha a higiene das gaiolas, evite que o pássaro fique em correntes de ar e forneça banheiras com água limpa para banhos.

A MUDA NOS FILHOTES:

Os filhotes nascem nús com uma finíssima plumagem, e aos poucos vão aparecendo as penas e quando saem do ninho já estão empenados por inteiro.

Os filhotes também mudam de pena em torno do terceiro ao quarto mês de vida, o que chamamos de muda de ninho. Mudam somente as penas do peito e da cabeça, pois as penas das asas e do rabo só mudarão no próximo ano.

MUDAS PRECOCES:


As mudas precoces são consideradas aquelas em que as penas são trocadas fora de sua época normal.

Bruscas mudanças de ambiente, temperaturas muito elevadas, sustos anormais, luzes que acordam as aves durante o seu sono, entre outros factores, são causadores de uma muda precoce.

Um pássaro que entra em muda precoce é um pássaro triste e sempre estará encorujado. Ele não cantará. Teremos que aguardar, com paciência, o término do processo. Isto poderá atrasar o "apronto" da ave para a reprodução.

Devemos trata-lo muito bem, administrando algumas vitaminas e evitando ao máximo incomoda-lo.
 

A importância da muda da pena



Após o período fantástico, que é a reprodução de canários, seguem-se outros não menos importantes.

Durante os primeiros meses do ano, isto é, de Fevereiro a Junho, a maioria dos canáricultores andam entusiasmados e ocupados, na perspectiva de criar as condições ideais que permitam que as aves possam criar CAMPEÕES !!! Assim, depois deste ciclo de reprodução, e quando a época corre favoravelmente, as gaiolas ficam com uma série de jovens aves prontas a desenvolver e a manifestar as características genéticas que os caracterizam.

Este novo período é de enorme importância e não deve ser descurado, se não vejamos o que se segue:
- Os canários, após a saída do ninho, começam a alimentar-se sozinhos

- Quando estes atingirem 30 dias podem ser colocados numa gaiola própria e afastados dos país.

- Nesta altura já estão a efectuar uma pequena muda, em que substituem a penugem inicial pelas penas “intermédias”

- Começam a ficar mais activos e procuram alimentos que lhes forneçam a energia necessária

- Na época mais quente (Julho e Agosto) iniciam e completam a grande muda. Neste período existe um grande desgaste por parte das aves, pois dá-se a substituição de todas as penas. A muda não é uma doença, mas sim um estado doentio, que exige um grande esforço das aves. Nesta altura os machos deixam de cantar, ficam bastante estáticos e deve-se evitar população em demasia nas gaiolas.


Dicas:

Assim deixamos algumas dicas para que este período passe de forma tranquila e com sucesso:

- Idealmente as aves deveriam ser colocadas em gaiolas individuais

- Como alternativa devem ser colocados em grandes voadouros

- Deve existir um cuidado especial para fornecer as vitaminas e sais minerais adequados

- Deve ser colocada, pelo menos 1 vez por semana, uma banheira para o banho

Se este período tiver corrido de feição, poderemos observar as aves e analisar a qualidade das mesmas.

É necessário estarmos atentos para a seguinte situação:

QUANTIDADE NÃO É SINÓNIMO DE QUALIDADE

Também após este período muitos criadores ficam desanimados devido à qualidade das aves criadas e que aquando das exposições não obtém as pontuações desejadas.

É muito importante começar com uma linha de qualidade. 
 

A muda nos Canários

A muda da pena nos canários, como noutras aves, indica a preparação para o Inverno, dela vão resultar novos mantos, belíssimos mantos brilhantes que os protegerão das intempéries de uma estação onde o frio e a humidade imperam. Assim, com uma plumagem nova e quase impermeável, mais facilmente conseguirão sobreviver.

Quando pelo chão do canaril começam a aparecer penas é porque as aves começaram a mudar a plumagem. Geralmente inicia-se em Agosto para os filhotes da primeira ninhada. São as jovens aves que dão inicio à muda seguindo-se os progenitores. Os canários do ano normalmente não mudam as rémiges, lectrizes e tétrizes, tornando-se a muda menos penosa que nos adultos onde a mudança é total e exaustiva. As aves tornam-se mais débeis e vulneráveis a doenças. Para que a muda tenha êxito são necessários espaço, boa alimentação, bom arejamento do canaril, higiene periódica e um ambiente calmo evitando ao máximo o stress.

Os cuidados para uma plumagem sedosa, macia e brilhante começam no ninho mesmo antes dos primeiros ovos. Muito importante para as aves que necessitam de pigmentação artificial tanto aves melânicas como lipócromas, essencialmente de factor vermelho e amarelo. É aqui que se deve preparar a coloração tendo para isso o criador de fornecer a pigmentação artificial própria para cada tipo de ave tendo em conta se é melânica ou lipócroma e neste último caso se a ave necessita de pigmentação vermelha ou amarela.

Em todo o caso devem-se tomar precauções porque as substâncias que permitem a coloração artificial são filtradas pelos rins e fígado dando por vezes origem a doenças renais ou biliares. Eu, embora crie canários essencialmente melânicos (Canários Lizard e Borders em que não são admitidos corantes) administro regularmente um fármaco veterinário à base de Sorbitol. Costuma este composto estar aliado também a Lisina e a Colina. Tem um efeito benéfico sobre vários factores incluindo intoxicações no fígado e rins. Tenho este cuidado devido a possíveis sobrealimentações que muitas vezes passam despercebidas.

A alimentação é muito importante para a formação das penas e consequente mudança da plumagem. Os filhotes bem nutridos, a meu ver, evidenciam-se quando os “canudos” estão quase negros no dia da
anilhagem (5º a 6º dias). Para isso devem ser alimentados, de preferência, com os sucos gástricos tanto da mãe como do pai, com a papa de cria, sementes germinadas ou cozidas (Eu utilizo as germinadas), alpista e aveia descascada (A aveia deve ser o mais branca possível e sem pó). A partir do 5º dia junto maçã. Ao 10º dia costumo inserir verduras. Pessoalmente prefiro as ervas do campo: Brássicas, Crucíferas e Beldroegas. Dou uma vez por semana. Quando separo as crias tento manter a mesma dieta eliminando, nas duas primeiras semanas as ervas, voltando a serem dadas com a mesma periodicidade.

Muito cuidado ao administrar ervas do campo pelos seguintes motivos: Os pesticidas, os parasitas, fezes e urina de animais. Deve-se escolher muito bem o local onde se apanham as plantas, de preferência devem vir do nosso quintal ou dos nossos vasos. Para libertar as ervas dos parasitas basta ficarem imersas em água com vinagre de vinho durante uma hora deixando secar ao sol.

Quando os canários vão para o voadouro, passadas cerca de duas três semanas começamos a notar algumas plumas no chão. Trata-se de uma pequena muda que por vezes acaba dentro de outras duas semanas. É como que uma preparação. A muda, não é repentina, tem fases consoante a temperatura e luminosidade e também a humidade. Nos Verões em que o calor é prolongado e o ar seco, a muda atrasa-se. A altura em que é mais acentuada geralmente ocorre em Agosto e princípios de Setembro para os canários do ano. Mas isto acontece no meu sistema de criação porque as minhas aves começam a reprodução em finais de Fevereiro princípios de Março sensivelmente. Para outros sistemas de criação, especialmente para quem começa a criar muito cedo, a muda será igualmente mais cedo.

Há que ter cuidado com alterações bruscas de temperatura e luminosidade especialmente porque a sua oscilação provoca uma muda súbita o que não seria nada agradável no meio do período da reprodução. Outra situação é o Stress. Muitas vezes depois das exposições ou mudança de instalações as aves entram em muda. Os meus canários, quando acidentalmente tive que fazer umas alterações ao canaril, tiveram uma muda diferente dos outros anos em que o ambiente era calmo. Notei que a muda não se dava continuamente, existindo fases em que a queda das penas era maior e outras em que quase não caíam.

O “desmame” da alimentação das crias deve ser orientado para a alimentação própria da muda da pena. Os antigos punham nos voadouros sebo de vaca. Diziam que os canários ficavam com as penas mais brilhantes. Não é por acaso que tal acontecia pois a gordura, além do mais, tem que estar presente nesta época. Como vamos dar gordura? Com sebo de vaca? Claro que não precisamos de correr riscos, com todo o tipo de doenças que este tipo de “truque” passado de gerações em gerações causava. Pois talvez a mortandade das aves fosse avassaladora. Pessoalmente penso que a melhor forma das aves obterem a gordura correcta de que necessitam é através das sementes germinadas. Nas sementes germinadas, a sua gordura está presente como alfatocoferol vitamina liposoluvel, a vitamina específica do crescimento, renovação e construção de tecidos, necessária à reprodução e essencial na renovação das penas.

Este preparado de sementes está incluído na alimentação dos meus canários durante todo o ano (embora em dosagens diferente). Nesta altura, elas fazem parte da ementa dos meus canários diariamente. Mas atenção! Para a alimentação com estas sementes são necessários cuidados especiais pois a isso o exigem sob pena da proliferação de fungos, bolores e bactérias tipo salmonelas, colibaciloses e cândidas.

Se a temperatura subir acima dos 30ºC mudo as sementes duas vezes por dia assim como os recipientes em que ficaram, colocando-os em água com lixívia ou vinagre de vinho. Se a temperatura não for tão alta basta uma vez. Não guardo restos de sementes, preparando-as para isso todos os dias. Dou também papa com vitaminas e aminoácidos essenciais próprias destinadas ao aceleramento e boa formação das novas penas. Os aminoácidos que devem estar presentes na alimentação serão, a lisina, metionina e cistina como também a biotina.

Continuo com alpista diariamente e aveia descascada em dias alternados. Tendo atenção o funcionamento dos intestinos, junto ao esquema alimentar ervas duas vezes por semana (por exemplo à segunda-feira e à quinta-feira). Tenho o hábito de deixar um recipiente bastante largo com terra que foi retirada do meu quintal no início das chuvas no Inverno. Nesta altura a terra está limpa contendo muitos nutrientes que os canários adoram tendo também o deleite de se “espojarem”.

Quando está prestes a terminar a muda deixo de fornecer aveia pois a necessidade de hidratos de carbono diminui. Visto isto para evitar a obesidade deixo os canários com uma dieta que denomino de dieta de repouso. Consiste essencialmente em alpista, sementes germinadas em proporções muito menores que anteriormente, papa de muda também muito simbolicamente, ervas, maçã e cenoura em dias alternados. Adiciono também papa com alho em pó.

Quando há uma grande população no canaril os cuidados com a higiene devem ser redobrados. Pessoalmente troco os bebedouros e comedouros de sementes germinadas diariamente por outros que tiveram imersos em água com lixívia e que ficaram expostos ao sol durante um dia. Renovo os tabuleiros do fundo das gaiolas por outros lavados em que coloco no fundo sal sendo cobertos por folhas de papel, pode ser jornal. Assim é mais difícil que ácaros e bactérias proliferem pois o sal inibe o aparecimento destas. Todos os utensílios de madeira são pincelados por uma solução de óleo de soja misturado com um acaricida em pó, deixando secar posteriormente os utensílios. O chão do voadouro contém areia de gato nos locais onde as aves defecam, sendo renovado semanalmente ou se a população é muito elevada mais amiúde.
Lavo o chão com uma esfregona molhada em água com um pouco de lixívia. Nesta altura deixo as janelas abertas provocando um grande arejamento durante duas ou três horas. Nunca tive problemas, no entanto há quem em vez de lixívia junte vinagre de vinho, substância inócua com um elevado poder de desinfecção.

Todo o voadouro tem poleiros individuais, tipo poleiro casinha de plástico que impedem a picagem, aumentando o espaço útil não havendo aves sujas. Outra vantagem é que o próprio voadouro mantém-se mais tempo limpo.

O arejamento do espaço é vital para bons resultados e nesta fase é muito importante pois mais do que nunca as aves necessitam de ar limpo isento de partículas nocivas à sua saúde. Nos dias de muito calor pode abrir as janelas durante o período da manhã fechando-as quando a temperatura começa a subir. Assim como no fim da tarde e eventualmente durante a noite, se a amplitude térmica não for exagerada. Mas reside o problema do pó das penas e claro, as plumagens. Sugiro, para uma boa ventilação e filtragem do pó e das plumagens, um sistema feito com uma caixa em que numa extremidade coloca-se uma ventoinha que obriga o ar a entrar dentro da caixa. Colocando na abertura de entrada da caixa uma rede com malha de aproximadamente 1 cm e no meio um filtro feito com uma espécie de tecido tipo “Drakalon” à venda nas retrosarias (costuma servir para encher edredões). A caixa deve localizar-se num canto do canaril de preferência no chão.

Um sistema de emergência para aqueles dias de calor abrasivo pode ser usar mesmo uma pequena ventoinha. Se eventualmente vivermos num local sujeito a fumos de escape, ou outros será melhor utilizar um ionizador para filtragem e purificação do ar.

O espaço é medido teoricamente por cerca de 4 aves por metro cúbico. A meu ver penso que o espaço deve ser contabilizado apenas pela parte útil. Quero com isto dizer local para alimentação individual, local de voo, local de descanso e banho. Os canários nesta altura sentem a necessidade de bando tendo comportamentos próprios das espécies que vivem em comunidade. No entanto não significa que se amontoem. Uma sobre população leva inevitavelmente e naturalmente à proliferação de doenças como tentativa de reequilibrar esta mesma população. Pois naturalmente quando há excesso de população a Natureza despoleta a defesa de eliminar parte dessa população. Em consequência teremos aves mais débeis, pior nutridas, com comportamentos como a picagem e atreitas a doenças. A arquitectura do espaço do canaril terá de passar pelo espaço útil de cada indivíduo assim como todas as actividades próprias do bando.


 

Canários T. Silva 




quinta-feira, 25 de julho de 2013

PIOLHO NO CANARIL

 
Um dos males que afectam muitos canaris, sobretudo na época das criações é, sem sombra de dúvida, o famoso piolho vermelho, (a criaturinha abaixo é uma foto retirada do site repelentebird.com.br) que literalmente arrasa com qualquer postura. De um modo geral o piolho vermelho ataca as aves durante a noite, altura em que estas se encontram a descansar e, portanto, mais acessíveis, banqueteando-se a sugar-lhes o sangue. Durante o dia este àcaro esconde-se nos intersticíos dos poleiros, nas frinchas, nos próprios comedouros, enfim em tudo que seja um espaçozinho onde se possa meter.
O mal, maior, é que por vezes um criador menos atento, ou inexperiente, tarda em dar conta destes hóspedes indesejáveis e quando dá por ela já se foi um ou dois filhotes que estavam no ninho, quando às vezes não vai também a fêmea que está a chocar.
Apesar de nos fóruns se falar constantemente deste problema e de formas, mais ou menos eficazes, de o combater, a verdade é que ainda há muita gente que não sabe o que fazer quando, aflita, vê os seus passarinhos cravejados do dito piolho!
Como método preventivo:

Manter as instalações e gaiolas sempre limpas (a limpeza é fundamental num canaril);
O espaço onde colocamos os canários deve ser sempre bem arejado, sem correntes de ar;
Por fim a prevenção, pulverizando regularmente as gaiolas (eu faço-o uma vez por semana, ou seja, sempre que faço limpeza).
Como forma de combate:
  • Em caso de infestação  misturar uma tampa do produto Insectornis em meio litro de água e, utilizando um pulverizador, borrifar todas as gaiolas, mesmo com os progenitores e os filhotes no ninho, independentemente do tamanho que têm.
  • De seguida com mais uma ou duas tampas de Insectornis faço uma pasta e pincelo as gaiolas, com particular incidência nos intersticios.
  • O passo seguinte é ver os canários com piolho; tendo o cuidado de proteger os olhos da ave dou-lhe uma borrifadela pelo corpo e, nos que têm ninhos, obviamente que procedo à troca dos ninhos infestados por outros limpos. Os infestados são imediatamente metidos em lixivia e posteriormente escaldados.
  • Depois destes passos nos dois dias imediatos borrifo as gaiolas e as aves próximo do anoitecer. Com sorte no terceiro dia temos o canaril livre destes hóspedes indesejáveis.
Eu, já há algum tempo que, com êxito, por altura as criações faço o seguinte:
  • Ao colocar os ninhos na gaiola, pulverizo a parte de plástico com um pouco de Caniaves e por cima do pó coloco o ninho de corda.
  • Quando a fêmea terminou de fazer, completamente, o ninho e pôs já o primeiro ovo, ao trocá-lo pelo ovo de plástico, ponho 5 gotas, mais ou menos em cruz, de Parasita, da Bogena, no ninho e deixo a fêmea assapar. Até hoje tem sido remédio santo.

Já utilizei todos os produtos que apresento junto a esta prosa com excepção do Frontline, que sei há quem use com êxito. Enquanto me der bem com estes produtos que estou a utilizar seguirei a máxima do futebol que é: em equipa vencedora não se mexe.
Como já disse, todas as semanas pulverizo as gaiolas, com Insectornis, é que se por acaso algum malandrito por lá aparecer, além de dar cabo dele evito, com a pulverização semanal, que os ovos por ele colocados venham a eclodir e deem origem a uma infestação.
Todos os produtos que aqui refiro, passe a publicidade, comigo sempre deram resultado, mas cumpro, dentro do possível, os três passos que cito como preventivo contra as infestações. Sempre utilizei Caniaves, ainda antes de ter este nome, junto com outros insecticidas, o Tabernil foi o primeiro que utilizei, depois utilizei o Men For Sun, antes utilizei um outro cujo nome não me recordo, mas também já não existe, atualmente utilizo o Caniaves, o Parasita e o Insectornis, conforme refiro acima.         
 
PS; Tirado do blog de Armindo Tavares
 
Por  acaso é o que estou a usar e tenho-me dado muitíssimo bem, aplicando o caniaves e o Insectornis duas vezes por semana.
 
 

COMO AUMENTAR O TAMANHO DOS CANÁRIOS

O Canário Arlequim Português é uma ave que face ao atual Standard deve obedecer ao tamanho de 16 cm, devendo em exposições ser penalizada em consonância se o tamanho for inferior e/ou superior aos 16 cm.

Porque é frequente encontrarmos canários arlequim que saiem do padrão standardizado, em termos de tamanho, ou demasiado curtos ou demasiado compridos,  para além de outros defeitos visíveis a olho nu como por exemplo canários com peito demasiado redondo típico dos canários de cor, publico com autorização do autor, o Juiz de Canários de Porte CNJ/OMJ e Juiz de Canários de Cor Carlos Lima, um texto elucidativo sobre como se obter o aumento do tamanho dos canários.

"...Para algumas raças de canários de forma e postura, é muito importante procurarmos aumentar o tamanho do nosso plantel e melhorar a sua forma. 
Muitos criadores procedem através dos cruzamentos executar esta tarefa, acasalando as aves mais corpulentas. 
Mas o tamanho é uma característica muito complexa, pois depende de diversos fatores:
  1. Hereditariedade
  2. Alimentação
  3. Ambiente
  4. Seleção 


 
 
 
 
 
HEREDITARIEDADE
A característica do tamanho não é apenas controlada por um gene (outras características das nossas aves são controladas apenas por um gene – cor, poupa, etc.), mas sim por um conjunto de genes. 

Assim se explica o porquê da consanguinidade provocar uma redução do tamanho nas aves (menor diversidade de genes, menor o tamanho) sendo apenas mais um dos motivos para a evitarmos (a consanguinidade apenas pode ser útil quando pretendemos fixar uma mutação). 

A pouca diversidade dos genes também tem consequências (pelos mesmos motivos) na forma das aves. 

Deve portanto um criador introduzir novas aves no seu plantel, para manter a diversidade genética. 

No entanto a aves a introduzir devem ser portadoras do património genético pretendido e que não pertencem à mesma linhagem familiar.

ALIMENTAÇÃO
Deve ser muito rica e variada, evitando a carência de vitaminas, aminoácidos e outros componentes, que também provocam a diminuição do tamanho. A mistura de sementes adquiridas normalmente nas lojas comerciais, são insuficientes pois muitas delas são desequilibradas.
As proteínas desempenham uma função importante nos acasalamentos. A metionina contém o zolfo, melhorando a qualidade da plumagem.
As sementes frescas, o germinado, fruta, proteína animal, e uma papa de qualidade com uma percentagem de proteína entre os 16% a 18% são elementos indispensáveis para obtermos aves de qualidade.

AMBIENTE
Uma boa higiene e alojamentos espaçosos devidamente arejados, são condições para noa permitir um bom desenvolvimento do tamanho. A experiência demonstra-nos que a criação em espaços grandes (voadeiras) torna as aves mais robustas e com melhor desenvolvimento do seu esqueleto em relação a outras criadas em espaços pequenos, independentemente do tipo de alimentação ministrada.

As aves criadas em espaços grandes além de serem mais fortes e robustas têm uma plumagem mais brilhante e sedosa.
Outro pormenor importante é que as aves em comunidade adquirem efeitos estimulantes para uma alimentação plena.

As baixas temperaturas no local de criação produzem nos canários um efeito de aumento substancial do peso, devido estas procurarem assiduamente os alimentos.
Outro factor importante é sem dúvida a iluminação no canaril. Quanto maior o número de horas de luz (dias maiores) mais tempo os progenitores se dedicam à alimentação das crias.
No entanto não nos serve de nada aumentar o número de horas de luz, se não proporcionarmos às nossas aves uma alimentação variada e equilibrada, e o espaço não tenha as normas de higiene mínimas para a criação.

Também não nos devemos esquecer que as aves necessitam de um número de horas mínimo para descansarem, e ficarem prontas para outro dia de criação.

SELEÇÃO
A seleção rigorosa e criteriosa das aves de maior tamanho é muito importante. As fêmeas maiores têm tendência a pôr ovos maiores. Um ovo maior é mais rico em reservas proteicas, dando origem a crias mais fortes e resistentes.
Os machos maiores têm já o património genético do tamanho grande para transmitirem às crias..."
 


Eu já há cerca de quatro anos que, para além de alguns cuidados com a alimentação dos canários, utilizo o método descrito pelo Juiz Carlos Lima no item seleção pois venho descartando os exemplares nascidos demasiado curtos ou demasiado compridos, cruzando apenas os exemplares que se encontram dentro do tamanho preconizado. 
 
 
PS: Tirado do blog de Armindo Tavares

MUDA DE PENA E CONCURSOS

Já não tenho nenhum casal a procriar encontrando-se todos os reprodutores separados, nas voadeiras, para que a muda  decorra sem problemas.
 
O saldo desta época reprodutiva foi positivo pois consegui anilhar 81 passarinhos.
 
O numero para exposição é na ordem dos 25 a 28 passarinhos, que acredito sejam bons, quer par, quer de poupa. 
 
Neste momento da muda estou a observar atentamente os exemplares que tenho "debaixo de olho"  ... e que já separei alguns ... quer os que irão ficar para reprodutores quer os que, eventualmente, irão a concursos.

Eu vou criar em 2014 com os mesmos 23 casais. Apenas irei mudar 6 casais vermelhos para 6 casais arlequim português. Depois de concorrer, vou, com certeza, cruzar  os meus passarinhos com  passarinhos de outros criadores.

Para já, resta-me continuar a esperar que a muda da pena decorra bem e me traga surpresas, pois todos os anos aparece aqueles passarinhos que em principio nada valiam e depois da muda saem uma mais valia para o criador.

Fiquem bem.
 
Canários T.Silva

sábado, 13 de julho de 2013

Canarios Arlequim Português . Começou a Muda da Pena

Olá amigos

Começou a muda da pena nos meus passarinhos, à cerca de uma semana.
Espero, como sempre, ajudá-los a passar esta fase dolorosa para eles.
Vou-os observando e depois selecionando os que me parecem mais capazes de competir e até mesmo para a nova criação ... (2014).
Este ano, se não houver o contrário, vou levá-los a competir a Paços de Ferreira e a Matosinhos.

Até lá, fiquem bem.

Canários   T.Silva



 

 

sábado, 8 de junho de 2013

ATIRADOS PARA FORA DO NINHO !



Há pessoas, boas, dispostas a partilhar o seu saber com outras que necessitam de ajuda. Vem isto a propósito da anterior noticia que titulei "É do caraças!" e que aqui publiquei acerca de uma canária que sistematicamente atirava com os filhotes para fora do ninho, chegando a partir-lhes as patas na ânsia de lhes retirar a anilha. Passadas vinte e quatro horas da publicação da noticia recebi um telefonema do criador Sr. Oliveira, da Trofa, (muito obrigado Sr. Oliveira) que me aconselhou a colocar no fundo do ninho alguns excrementos dos depositados no tabuleiro da gaiola pois, segundo ele,  é um "sistema" utilizado por ele com bons resultados uma vez que origina que a fêmea não seja tão diligente na  limpeza do ninho deixando por isso de tentar retirar as anilhas.

Do amigo António Corujo (muito obrigado Sr. António Corujo) recebi um e-mail com a dica "... na manhã do 7.º dia, sujo propositadamente a borda do ninho, com as fezes dos outros passarinhos. A fêmea deixa de limpar o ninho, talvez por pensar que os filhotes já defecam fora do ninho. Se a fêmea continuar a limpar o ninho, o que normalmente não acontece, anilho só no 8.º dia..." acompanhado de um texto interessante transcrito no Fórum Canaricultura Tuga,  da autoria do conceituado criador brasileiro e, creio, Juiz de Canários Álvaro Luiz Blasina.

Pode-se dizer que ambos os criadores acima referidos, com pequenas diferenças, usam a mesma metodologia contudo, antes de passar à transcrição, devo aqui referir um método também muito utilizado pelos criadores que têm aves com este problema que passa por cobrir a anilha com as fezes dos canários (apesar de conhecer esta "habilidade" não me lembrei de a utilizar e o saldo foi 2 canaritos mortos e dois sobreviventes com as patas estropiadas) mas como se pode ler no texto abaixo haverá, e com lógica, alguma reserva neste método.

Com a devida vénia publico então o texto do autor atrás citado após ter feito um copy/paste do e-mail recebido com a certeza de que quer os anteriores conselhos quer o artigo vai ajudar muitos dos companheiros de hobby com menor experiência e não só;


 REJEIÇÃO AOS ANÉIS : SOLUÇÃO PARA UM PROBLEMA COMUM

Tenho sido frequentemente abordado sobre um problema que surge praticamente todos os anos em quase todas as criações. Quando os filhotes são anilhados aos 6 ou 7 dias, a mãe joga-os fora do ninho, causando inúmeros transtornos, desde a morte dos mesmos, passando pela fractura de suas patas, etc. A sensação é de desespero, raiva e impotência, pois de nada adianta colocar os filhotes novamente no ninho, que ela tornará a "rejeita-los".

Todas as canárias que tomam a atitude acima citada são excelentes mães e podemos observar que a evolução dos filhotes antes do anilhamento é muito boa. Quando os filhotes nascem, e durante os 7 a 10 dias, defecam dentro do ninho, sendo a mãe a encarregada de retirar do ninho as próprias fezes dos filhotes, assim como qualquer outra sujeira nele presente.
Uma vez passados esses dias, os filhotes mais crescidos, tomam a atitude instintiva de defecar na beira do ninho e depois fora dele. Quando isto ocorre, a canária já não se preocupará mais com a limpeza do ninho. Algumas fêmeas são mais esmeradas que outras já na tarefa da limpeza do ninho, e são estas mães que tem mais propensão a rejeitar anéis. O processo é simples: anilhamos os filhotes e os colocamos dentro do ninho. A canária vê dentro do mesmo um agente estranho e tenta tirá-lo para fora, sendo que junto com ele, irá o filhote para o chão da gaiola.


Como solucionar este problema?

As soluções decorrem da análise das causas que o provocam. O nosso principal objectivo será então o de inibir que a fêmea jogue os filhotes fora do ninho no momento de anilhar os filhotes. Em primeiro lugar, o anilhamento deve ocorrer no momento em que o anel entra justo na pata sem machucar o filhote e não antes disto, pois quanto antes disto, pois quanto antes anilhemos os filhotes, mais chances teremos de que a fêmea rejeite o anel. Aconselhamos utilizar sempre anéis de 3,0 que é o maior medida permitida para canários de cor, pois os anéis menores implicam num anilhamento mais precoce e com isso com maior risco de rejeição. Caso a canária rejeite o anel, podemos pegar um ninho de outra gaiola que possua filhotes maiores e tenha bastante fezes nas suas bordas e colocar os filhotes recém anilhados dentro. A canária imaginará então que os filhotes já estão defecando fora do ninho e abandonará a sua missão de limpar o mesmo. É muito difícil que tomando esta medida a canária insista em retirar os anéis do ninho, mas caso isto ocorra, podemos trocar também os filhotes com outra canária, cuja ninhada tenha nascido 2 ou 3 dias antes.
Colocando filhotes com 10 à 12 dias de vida, ela terá mais dificuldade para jogá-los fora do ninho. Desta forma, ela será incentivada a abandonar o instinto de limpeza do ninho. Tenho visto alguns resultados positivos disfarçando os anéis, cobrindo os com band-aid (penso rápido) cor da pele. Também tem efeitos satisfatórios a costura de vários anéis em volta do ninho já do inicio do choco daquelas fêmeas que não aceitam o anel, fazendo com que elas se acostumem com eles antes dos filhotes terem nascido.
Tenho ouvido de alguns criadores que a solução seria a de sujar os anéis com fezes antes do anilhamento para disfarçar os mesmos, mas se analisarmos a lógica do porque deste problema perceberemos que esta ultima solução não tem chance de ser bem sucedida.
A perda do filhote durante a criação é sem dúvida a coisa que mais nos chateia e principalmente quando eles estavam crescendo fortes e sadios. Esta tenta ser uma pequena contribuição para que você, amigo criador consiga dar mais um passo à frente no intercâmbio de informações e consiga a cada dia mais aprimorar os seus resultados.
 
PS . Tirado do Blog de Armindo Tavares

terça-feira, 4 de junho de 2013

O QUE VI EU ?

Olá.

Há dias fui a casa do amigo Sérgio Magalhães e vi lá 4 lindas crias, já separadas pelo
separador à cerca de 5 dias .
Decorridos cerca de mais uns 8 dias, o meu amigo telefonou-me a dar-me a triste noticia de que as crias que havia visto uns dias antes, duas apareceram mortas no fundo da gaiola.
Depois de uma pausa ... retorqui para mim mesmo ... Não pode ser !!! ... impossível !!! ... não as tivesse visto eu cheias de saúde !.
Pois é amigos ... morreram mesmo duas e, mais tarde, a terceira cria.
Depois já junto dele, lá chegamos á conclusão das causas possíveis da morte ... foi por causa disto ... foi por causa daquilo ... foi por causa daquele outro motivo ... lá íamos retorquíndo um e outro.
Com um certo prepósito,  não vou aqui deixar um comentário às causas da morte. Para bem de todos os ornitológicos,  apenas o farei, dentro em breve, depois de ter alguma certeza do que possa ter acontecido.

Amigo Sérgio Magalhães, ... muita calma ... talvez em conjunto possamos dar conhecimentos a todos os ornitológicos do que possa ter acontecido, evitando assim erros iguais a outros.

Não as tenha visto eu cheias de saúde !!!

Canários T.Silva
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
   
                        Uns dias depois ... eis a minha resposta

Olá amigos.

 Depois de várias experiências, cheguei à conclusão do seguinte :

Amigo Sérgio ... os seus passarinhos não morreram do que inicialmente supúnhamos ...
doença da faca, propriamente dita. ( falarei disso mais tarde)
Morreram, quanto a mim, salvo melhor opinião, de uma má nutrição, pois estavam habituados a que os pais lhe dessem de comer atempadamente. Estavam muito bonitos ... mas não estavam preparados para a separação.
Sou de opinião que os passarinhos da 1ª. criação, sejam separados dos pais aos 32 dias, dependendo, mesmo assim, do andamento deles ... coisa que teremos de ver. Na 2ª criação aos 35 dias e na 3ª criação aos 37 dias ... vendo, em qualquer dos casos, o andamento deles. Nunca os separar antes do tempo indicado e assim evitaremos uma má nutrição e alguns desgostos.
Após o nascimento devem ser ajudados com, por exemplo, PRIMO CRIA EXTRA ou outra coisa.
Não falo aqui na 4ª ou 5ª criação, pois não aconselho a ninguém a que faça isso.

Cumprimentos

Canários T.Silva____________________________________________________________________

PASSARINHOS de 2013

Olá amigos.
Quase no final da criação 2013 ...  embora ainda tenha 8 casais no choco a completar a 3ª postura  ... pois começaram mais tarde, ... tenho, neste momento, quase sessenta arlequins português anilhados. Espero ir pela primeira vez a um ou dois concursos, depois da insistência de um grande amigo meu, pois não estava à espera disso. Achou-os muito bonitos e, por isso, mereciam que os levasse a concurso.
Cada casal,  apenas e só,  terão dado no máximo 3 posturas.
Começarei a vender os passarinhos novos só a partir de 15 de Outubro, pois para além de os desparasitar, vitaminar e os tornar limpos, quero saber o que vendo.
Possuo pássaros muito lindos ... bons reprodutores ... aceitando desde já encomendas.
Como disse atrás, só os começarei a entregar depois de 15 de Outubro.
Aqueles que puderem passar por aqui e escolher, agradeço.
Aproveito para dizer ao Sr. de Lisboa, que me telefonou ontem, ... 03/06/2013 ... que pode, querendo, encomendar.

Cumprimentos
Canários T.Silva

quarta-feira, 8 de maio de 2013

ASSEMBLEIA GERAL ORDINARIA DO CLUB ARLEQUIM PORTUGUÊS



COMUNICADO

Por motivos de força maior, ao abrigo do nº 1, alínea b) do Art.º 20.º dos Estatutos do CCAP, informamos os estimados associados que a Assembleia Geral Ordinária foi adiada para o próximo dia 25 de Maio de 2013, mantendo a mesma ordem de trabalhos: 1 - Apreciar o relatório de Contas da Direção e o parecer do Conselho Fiscal, relativo ao exercício do ano anterior; 2 – Outros assuntos de interesse do Clube. P.S. - Não comparecendo número suficiente de associados com direito a tomar parte na mesma, a Assembleia-geral funcionará 30 minutos depois com os presentes. O Presidente da Assembleia Geral, Manuel Dário Gomes de Oliveira



=====================================================
Convocatória de Assembleia Geral Ordinária

Ao abrigo do Artº 18º dos Estatutos do CCAP, convoco a sua Assembleia-geral para o dia 21 de Abril de 2013, pelas 9.30h, na sede do Clube, sita na Rua Manuel Ferreira da Silva e Sá, 154 * 4570-012 BALASAR, com a seguinte ordem de trabalhos: 1 - Apreciar o relatório de Contas da Direção e o parecer do Conselho Fiscal, relativo ao exercício do ano anterior; 2 – Outros assuntos de interesse do Clube. P.S. - Não comparecendo número suficiente de associados com direito a tomar parte na mesma, a Assembleia-geral funcionará 30 minutos depois com os presentes. O Presidente da Assembleia Geral, Manuel Dário Gomes de Oliveira

quinta-feira, 25 de abril de 2013

ASSIM VAMOS ANDANDO !!!

Olá

Venho aqui dizer como me está a decorrer a criação de aves no ano 2013.

Começo por dizer que o ano está a ser péssimo, senão vejamos:

1º . A primeira postura ainda não acabou. Ainda tenho casais no choco.
      Desta, tenho já 23 filhotes anilhados, que me parecem bastante bonitos, desde bastante variegados, melânicos, etc.

2º. Começam alguns casais com a segunda postura, tendo já alguns no choco.

3º. Os canários denominados vermelhos, este ano vou esquecer tudo o que me tem        acontecido. Apenas e só tenho dois novos, que os deveria ter separado à cerca de três dias e ainda o não fiz porque estão um pouco em baixo, julgo eu. Enfim ...é mesmo para esquecer.
Uma coisa é certa ... nada me pesa na consciência que me faça crer que sou o culpado, pois olhando à minha volta, vejo que aos outros tudo tem acontecido, infelizmente.

Agora que o tempo está melhor, parece que isto vai endireitar ... a esperança é sempre a última a morrer.

Um grande abraço

Canários T.Silva