quinta-feira, 25 de julho de 2013

PIOLHO NO CANARIL

 
Um dos males que afectam muitos canaris, sobretudo na época das criações é, sem sombra de dúvida, o famoso piolho vermelho, (a criaturinha abaixo é uma foto retirada do site repelentebird.com.br) que literalmente arrasa com qualquer postura. De um modo geral o piolho vermelho ataca as aves durante a noite, altura em que estas se encontram a descansar e, portanto, mais acessíveis, banqueteando-se a sugar-lhes o sangue. Durante o dia este àcaro esconde-se nos intersticíos dos poleiros, nas frinchas, nos próprios comedouros, enfim em tudo que seja um espaçozinho onde se possa meter.
O mal, maior, é que por vezes um criador menos atento, ou inexperiente, tarda em dar conta destes hóspedes indesejáveis e quando dá por ela já se foi um ou dois filhotes que estavam no ninho, quando às vezes não vai também a fêmea que está a chocar.
Apesar de nos fóruns se falar constantemente deste problema e de formas, mais ou menos eficazes, de o combater, a verdade é que ainda há muita gente que não sabe o que fazer quando, aflita, vê os seus passarinhos cravejados do dito piolho!
Como método preventivo:

Manter as instalações e gaiolas sempre limpas (a limpeza é fundamental num canaril);
O espaço onde colocamos os canários deve ser sempre bem arejado, sem correntes de ar;
Por fim a prevenção, pulverizando regularmente as gaiolas (eu faço-o uma vez por semana, ou seja, sempre que faço limpeza).
Como forma de combate:
  • Em caso de infestação  misturar uma tampa do produto Insectornis em meio litro de água e, utilizando um pulverizador, borrifar todas as gaiolas, mesmo com os progenitores e os filhotes no ninho, independentemente do tamanho que têm.
  • De seguida com mais uma ou duas tampas de Insectornis faço uma pasta e pincelo as gaiolas, com particular incidência nos intersticios.
  • O passo seguinte é ver os canários com piolho; tendo o cuidado de proteger os olhos da ave dou-lhe uma borrifadela pelo corpo e, nos que têm ninhos, obviamente que procedo à troca dos ninhos infestados por outros limpos. Os infestados são imediatamente metidos em lixivia e posteriormente escaldados.
  • Depois destes passos nos dois dias imediatos borrifo as gaiolas e as aves próximo do anoitecer. Com sorte no terceiro dia temos o canaril livre destes hóspedes indesejáveis.
Eu, já há algum tempo que, com êxito, por altura as criações faço o seguinte:
  • Ao colocar os ninhos na gaiola, pulverizo a parte de plástico com um pouco de Caniaves e por cima do pó coloco o ninho de corda.
  • Quando a fêmea terminou de fazer, completamente, o ninho e pôs já o primeiro ovo, ao trocá-lo pelo ovo de plástico, ponho 5 gotas, mais ou menos em cruz, de Parasita, da Bogena, no ninho e deixo a fêmea assapar. Até hoje tem sido remédio santo.

Já utilizei todos os produtos que apresento junto a esta prosa com excepção do Frontline, que sei há quem use com êxito. Enquanto me der bem com estes produtos que estou a utilizar seguirei a máxima do futebol que é: em equipa vencedora não se mexe.
Como já disse, todas as semanas pulverizo as gaiolas, com Insectornis, é que se por acaso algum malandrito por lá aparecer, além de dar cabo dele evito, com a pulverização semanal, que os ovos por ele colocados venham a eclodir e deem origem a uma infestação.
Todos os produtos que aqui refiro, passe a publicidade, comigo sempre deram resultado, mas cumpro, dentro do possível, os três passos que cito como preventivo contra as infestações. Sempre utilizei Caniaves, ainda antes de ter este nome, junto com outros insecticidas, o Tabernil foi o primeiro que utilizei, depois utilizei o Men For Sun, antes utilizei um outro cujo nome não me recordo, mas também já não existe, atualmente utilizo o Caniaves, o Parasita e o Insectornis, conforme refiro acima.         
 
PS; Tirado do blog de Armindo Tavares
 
Por  acaso é o que estou a usar e tenho-me dado muitíssimo bem, aplicando o caniaves e o Insectornis duas vezes por semana.
 
 

COMO AUMENTAR O TAMANHO DOS CANÁRIOS

O Canário Arlequim Português é uma ave que face ao atual Standard deve obedecer ao tamanho de 16 cm, devendo em exposições ser penalizada em consonância se o tamanho for inferior e/ou superior aos 16 cm.

Porque é frequente encontrarmos canários arlequim que saiem do padrão standardizado, em termos de tamanho, ou demasiado curtos ou demasiado compridos,  para além de outros defeitos visíveis a olho nu como por exemplo canários com peito demasiado redondo típico dos canários de cor, publico com autorização do autor, o Juiz de Canários de Porte CNJ/OMJ e Juiz de Canários de Cor Carlos Lima, um texto elucidativo sobre como se obter o aumento do tamanho dos canários.

"...Para algumas raças de canários de forma e postura, é muito importante procurarmos aumentar o tamanho do nosso plantel e melhorar a sua forma. 
Muitos criadores procedem através dos cruzamentos executar esta tarefa, acasalando as aves mais corpulentas. 
Mas o tamanho é uma característica muito complexa, pois depende de diversos fatores:
  1. Hereditariedade
  2. Alimentação
  3. Ambiente
  4. Seleção 


 
 
 
 
 
HEREDITARIEDADE
A característica do tamanho não é apenas controlada por um gene (outras características das nossas aves são controladas apenas por um gene – cor, poupa, etc.), mas sim por um conjunto de genes. 

Assim se explica o porquê da consanguinidade provocar uma redução do tamanho nas aves (menor diversidade de genes, menor o tamanho) sendo apenas mais um dos motivos para a evitarmos (a consanguinidade apenas pode ser útil quando pretendemos fixar uma mutação). 

A pouca diversidade dos genes também tem consequências (pelos mesmos motivos) na forma das aves. 

Deve portanto um criador introduzir novas aves no seu plantel, para manter a diversidade genética. 

No entanto a aves a introduzir devem ser portadoras do património genético pretendido e que não pertencem à mesma linhagem familiar.

ALIMENTAÇÃO
Deve ser muito rica e variada, evitando a carência de vitaminas, aminoácidos e outros componentes, que também provocam a diminuição do tamanho. A mistura de sementes adquiridas normalmente nas lojas comerciais, são insuficientes pois muitas delas são desequilibradas.
As proteínas desempenham uma função importante nos acasalamentos. A metionina contém o zolfo, melhorando a qualidade da plumagem.
As sementes frescas, o germinado, fruta, proteína animal, e uma papa de qualidade com uma percentagem de proteína entre os 16% a 18% são elementos indispensáveis para obtermos aves de qualidade.

AMBIENTE
Uma boa higiene e alojamentos espaçosos devidamente arejados, são condições para noa permitir um bom desenvolvimento do tamanho. A experiência demonstra-nos que a criação em espaços grandes (voadeiras) torna as aves mais robustas e com melhor desenvolvimento do seu esqueleto em relação a outras criadas em espaços pequenos, independentemente do tipo de alimentação ministrada.

As aves criadas em espaços grandes além de serem mais fortes e robustas têm uma plumagem mais brilhante e sedosa.
Outro pormenor importante é que as aves em comunidade adquirem efeitos estimulantes para uma alimentação plena.

As baixas temperaturas no local de criação produzem nos canários um efeito de aumento substancial do peso, devido estas procurarem assiduamente os alimentos.
Outro factor importante é sem dúvida a iluminação no canaril. Quanto maior o número de horas de luz (dias maiores) mais tempo os progenitores se dedicam à alimentação das crias.
No entanto não nos serve de nada aumentar o número de horas de luz, se não proporcionarmos às nossas aves uma alimentação variada e equilibrada, e o espaço não tenha as normas de higiene mínimas para a criação.

Também não nos devemos esquecer que as aves necessitam de um número de horas mínimo para descansarem, e ficarem prontas para outro dia de criação.

SELEÇÃO
A seleção rigorosa e criteriosa das aves de maior tamanho é muito importante. As fêmeas maiores têm tendência a pôr ovos maiores. Um ovo maior é mais rico em reservas proteicas, dando origem a crias mais fortes e resistentes.
Os machos maiores têm já o património genético do tamanho grande para transmitirem às crias..."
 


Eu já há cerca de quatro anos que, para além de alguns cuidados com a alimentação dos canários, utilizo o método descrito pelo Juiz Carlos Lima no item seleção pois venho descartando os exemplares nascidos demasiado curtos ou demasiado compridos, cruzando apenas os exemplares que se encontram dentro do tamanho preconizado. 
 
 
PS: Tirado do blog de Armindo Tavares

MUDA DE PENA E CONCURSOS

Já não tenho nenhum casal a procriar encontrando-se todos os reprodutores separados, nas voadeiras, para que a muda  decorra sem problemas.
 
O saldo desta época reprodutiva foi positivo pois consegui anilhar 81 passarinhos.
 
O numero para exposição é na ordem dos 25 a 28 passarinhos, que acredito sejam bons, quer par, quer de poupa. 
 
Neste momento da muda estou a observar atentamente os exemplares que tenho "debaixo de olho"  ... e que já separei alguns ... quer os que irão ficar para reprodutores quer os que, eventualmente, irão a concursos.

Eu vou criar em 2014 com os mesmos 23 casais. Apenas irei mudar 6 casais vermelhos para 6 casais arlequim português. Depois de concorrer, vou, com certeza, cruzar  os meus passarinhos com  passarinhos de outros criadores.

Para já, resta-me continuar a esperar que a muda da pena decorra bem e me traga surpresas, pois todos os anos aparece aqueles passarinhos que em principio nada valiam e depois da muda saem uma mais valia para o criador.

Fiquem bem.
 
Canários T.Silva

sábado, 13 de julho de 2013

Canarios Arlequim Português . Começou a Muda da Pena

Olá amigos

Começou a muda da pena nos meus passarinhos, à cerca de uma semana.
Espero, como sempre, ajudá-los a passar esta fase dolorosa para eles.
Vou-os observando e depois selecionando os que me parecem mais capazes de competir e até mesmo para a nova criação ... (2014).
Este ano, se não houver o contrário, vou levá-los a competir a Paços de Ferreira e a Matosinhos.

Até lá, fiquem bem.

Canários   T.Silva



 

 

sábado, 8 de junho de 2013

ATIRADOS PARA FORA DO NINHO !



Há pessoas, boas, dispostas a partilhar o seu saber com outras que necessitam de ajuda. Vem isto a propósito da anterior noticia que titulei "É do caraças!" e que aqui publiquei acerca de uma canária que sistematicamente atirava com os filhotes para fora do ninho, chegando a partir-lhes as patas na ânsia de lhes retirar a anilha. Passadas vinte e quatro horas da publicação da noticia recebi um telefonema do criador Sr. Oliveira, da Trofa, (muito obrigado Sr. Oliveira) que me aconselhou a colocar no fundo do ninho alguns excrementos dos depositados no tabuleiro da gaiola pois, segundo ele,  é um "sistema" utilizado por ele com bons resultados uma vez que origina que a fêmea não seja tão diligente na  limpeza do ninho deixando por isso de tentar retirar as anilhas.

Do amigo António Corujo (muito obrigado Sr. António Corujo) recebi um e-mail com a dica "... na manhã do 7.º dia, sujo propositadamente a borda do ninho, com as fezes dos outros passarinhos. A fêmea deixa de limpar o ninho, talvez por pensar que os filhotes já defecam fora do ninho. Se a fêmea continuar a limpar o ninho, o que normalmente não acontece, anilho só no 8.º dia..." acompanhado de um texto interessante transcrito no Fórum Canaricultura Tuga,  da autoria do conceituado criador brasileiro e, creio, Juiz de Canários Álvaro Luiz Blasina.

Pode-se dizer que ambos os criadores acima referidos, com pequenas diferenças, usam a mesma metodologia contudo, antes de passar à transcrição, devo aqui referir um método também muito utilizado pelos criadores que têm aves com este problema que passa por cobrir a anilha com as fezes dos canários (apesar de conhecer esta "habilidade" não me lembrei de a utilizar e o saldo foi 2 canaritos mortos e dois sobreviventes com as patas estropiadas) mas como se pode ler no texto abaixo haverá, e com lógica, alguma reserva neste método.

Com a devida vénia publico então o texto do autor atrás citado após ter feito um copy/paste do e-mail recebido com a certeza de que quer os anteriores conselhos quer o artigo vai ajudar muitos dos companheiros de hobby com menor experiência e não só;


 REJEIÇÃO AOS ANÉIS : SOLUÇÃO PARA UM PROBLEMA COMUM

Tenho sido frequentemente abordado sobre um problema que surge praticamente todos os anos em quase todas as criações. Quando os filhotes são anilhados aos 6 ou 7 dias, a mãe joga-os fora do ninho, causando inúmeros transtornos, desde a morte dos mesmos, passando pela fractura de suas patas, etc. A sensação é de desespero, raiva e impotência, pois de nada adianta colocar os filhotes novamente no ninho, que ela tornará a "rejeita-los".

Todas as canárias que tomam a atitude acima citada são excelentes mães e podemos observar que a evolução dos filhotes antes do anilhamento é muito boa. Quando os filhotes nascem, e durante os 7 a 10 dias, defecam dentro do ninho, sendo a mãe a encarregada de retirar do ninho as próprias fezes dos filhotes, assim como qualquer outra sujeira nele presente.
Uma vez passados esses dias, os filhotes mais crescidos, tomam a atitude instintiva de defecar na beira do ninho e depois fora dele. Quando isto ocorre, a canária já não se preocupará mais com a limpeza do ninho. Algumas fêmeas são mais esmeradas que outras já na tarefa da limpeza do ninho, e são estas mães que tem mais propensão a rejeitar anéis. O processo é simples: anilhamos os filhotes e os colocamos dentro do ninho. A canária vê dentro do mesmo um agente estranho e tenta tirá-lo para fora, sendo que junto com ele, irá o filhote para o chão da gaiola.


Como solucionar este problema?

As soluções decorrem da análise das causas que o provocam. O nosso principal objectivo será então o de inibir que a fêmea jogue os filhotes fora do ninho no momento de anilhar os filhotes. Em primeiro lugar, o anilhamento deve ocorrer no momento em que o anel entra justo na pata sem machucar o filhote e não antes disto, pois quanto antes disto, pois quanto antes anilhemos os filhotes, mais chances teremos de que a fêmea rejeite o anel. Aconselhamos utilizar sempre anéis de 3,0 que é o maior medida permitida para canários de cor, pois os anéis menores implicam num anilhamento mais precoce e com isso com maior risco de rejeição. Caso a canária rejeite o anel, podemos pegar um ninho de outra gaiola que possua filhotes maiores e tenha bastante fezes nas suas bordas e colocar os filhotes recém anilhados dentro. A canária imaginará então que os filhotes já estão defecando fora do ninho e abandonará a sua missão de limpar o mesmo. É muito difícil que tomando esta medida a canária insista em retirar os anéis do ninho, mas caso isto ocorra, podemos trocar também os filhotes com outra canária, cuja ninhada tenha nascido 2 ou 3 dias antes.
Colocando filhotes com 10 à 12 dias de vida, ela terá mais dificuldade para jogá-los fora do ninho. Desta forma, ela será incentivada a abandonar o instinto de limpeza do ninho. Tenho visto alguns resultados positivos disfarçando os anéis, cobrindo os com band-aid (penso rápido) cor da pele. Também tem efeitos satisfatórios a costura de vários anéis em volta do ninho já do inicio do choco daquelas fêmeas que não aceitam o anel, fazendo com que elas se acostumem com eles antes dos filhotes terem nascido.
Tenho ouvido de alguns criadores que a solução seria a de sujar os anéis com fezes antes do anilhamento para disfarçar os mesmos, mas se analisarmos a lógica do porque deste problema perceberemos que esta ultima solução não tem chance de ser bem sucedida.
A perda do filhote durante a criação é sem dúvida a coisa que mais nos chateia e principalmente quando eles estavam crescendo fortes e sadios. Esta tenta ser uma pequena contribuição para que você, amigo criador consiga dar mais um passo à frente no intercâmbio de informações e consiga a cada dia mais aprimorar os seus resultados.
 
PS . Tirado do Blog de Armindo Tavares

terça-feira, 4 de junho de 2013

O QUE VI EU ?

Olá.

Há dias fui a casa do amigo Sérgio Magalhães e vi lá 4 lindas crias, já separadas pelo
separador à cerca de 5 dias .
Decorridos cerca de mais uns 8 dias, o meu amigo telefonou-me a dar-me a triste noticia de que as crias que havia visto uns dias antes, duas apareceram mortas no fundo da gaiola.
Depois de uma pausa ... retorqui para mim mesmo ... Não pode ser !!! ... impossível !!! ... não as tivesse visto eu cheias de saúde !.
Pois é amigos ... morreram mesmo duas e, mais tarde, a terceira cria.
Depois já junto dele, lá chegamos á conclusão das causas possíveis da morte ... foi por causa disto ... foi por causa daquilo ... foi por causa daquele outro motivo ... lá íamos retorquíndo um e outro.
Com um certo prepósito,  não vou aqui deixar um comentário às causas da morte. Para bem de todos os ornitológicos,  apenas o farei, dentro em breve, depois de ter alguma certeza do que possa ter acontecido.

Amigo Sérgio Magalhães, ... muita calma ... talvez em conjunto possamos dar conhecimentos a todos os ornitológicos do que possa ter acontecido, evitando assim erros iguais a outros.

Não as tenha visto eu cheias de saúde !!!

Canários T.Silva
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                        Uns dias depois ... eis a minha resposta

Olá amigos.

 Depois de várias experiências, cheguei à conclusão do seguinte :

Amigo Sérgio ... os seus passarinhos não morreram do que inicialmente supúnhamos ...
doença da faca, propriamente dita. ( falarei disso mais tarde)
Morreram, quanto a mim, salvo melhor opinião, de uma má nutrição, pois estavam habituados a que os pais lhe dessem de comer atempadamente. Estavam muito bonitos ... mas não estavam preparados para a separação.
Sou de opinião que os passarinhos da 1ª. criação, sejam separados dos pais aos 32 dias, dependendo, mesmo assim, do andamento deles ... coisa que teremos de ver. Na 2ª criação aos 35 dias e na 3ª criação aos 37 dias ... vendo, em qualquer dos casos, o andamento deles. Nunca os separar antes do tempo indicado e assim evitaremos uma má nutrição e alguns desgostos.
Após o nascimento devem ser ajudados com, por exemplo, PRIMO CRIA EXTRA ou outra coisa.
Não falo aqui na 4ª ou 5ª criação, pois não aconselho a ninguém a que faça isso.

Cumprimentos

Canários T.Silva____________________________________________________________________

PASSARINHOS de 2013

Olá amigos.
Quase no final da criação 2013 ...  embora ainda tenha 8 casais no choco a completar a 3ª postura  ... pois começaram mais tarde, ... tenho, neste momento, quase sessenta arlequins português anilhados. Espero ir pela primeira vez a um ou dois concursos, depois da insistência de um grande amigo meu, pois não estava à espera disso. Achou-os muito bonitos e, por isso, mereciam que os levasse a concurso.
Cada casal,  apenas e só,  terão dado no máximo 3 posturas.
Começarei a vender os passarinhos novos só a partir de 15 de Outubro, pois para além de os desparasitar, vitaminar e os tornar limpos, quero saber o que vendo.
Possuo pássaros muito lindos ... bons reprodutores ... aceitando desde já encomendas.
Como disse atrás, só os começarei a entregar depois de 15 de Outubro.
Aqueles que puderem passar por aqui e escolher, agradeço.
Aproveito para dizer ao Sr. de Lisboa, que me telefonou ontem, ... 03/06/2013 ... que pode, querendo, encomendar.

Cumprimentos
Canários T.Silva

quarta-feira, 8 de maio de 2013

ASSEMBLEIA GERAL ORDINARIA DO CLUB ARLEQUIM PORTUGUÊS



COMUNICADO

Por motivos de força maior, ao abrigo do nº 1, alínea b) do Art.º 20.º dos Estatutos do CCAP, informamos os estimados associados que a Assembleia Geral Ordinária foi adiada para o próximo dia 25 de Maio de 2013, mantendo a mesma ordem de trabalhos: 1 - Apreciar o relatório de Contas da Direção e o parecer do Conselho Fiscal, relativo ao exercício do ano anterior; 2 – Outros assuntos de interesse do Clube. P.S. - Não comparecendo número suficiente de associados com direito a tomar parte na mesma, a Assembleia-geral funcionará 30 minutos depois com os presentes. O Presidente da Assembleia Geral, Manuel Dário Gomes de Oliveira



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Convocatória de Assembleia Geral Ordinária

Ao abrigo do Artº 18º dos Estatutos do CCAP, convoco a sua Assembleia-geral para o dia 21 de Abril de 2013, pelas 9.30h, na sede do Clube, sita na Rua Manuel Ferreira da Silva e Sá, 154 * 4570-012 BALASAR, com a seguinte ordem de trabalhos: 1 - Apreciar o relatório de Contas da Direção e o parecer do Conselho Fiscal, relativo ao exercício do ano anterior; 2 – Outros assuntos de interesse do Clube. P.S. - Não comparecendo número suficiente de associados com direito a tomar parte na mesma, a Assembleia-geral funcionará 30 minutos depois com os presentes. O Presidente da Assembleia Geral, Manuel Dário Gomes de Oliveira

quinta-feira, 25 de abril de 2013

ASSIM VAMOS ANDANDO !!!

Olá

Venho aqui dizer como me está a decorrer a criação de aves no ano 2013.

Começo por dizer que o ano está a ser péssimo, senão vejamos:

1º . A primeira postura ainda não acabou. Ainda tenho casais no choco.
      Desta, tenho já 23 filhotes anilhados, que me parecem bastante bonitos, desde bastante variegados, melânicos, etc.

2º. Começam alguns casais com a segunda postura, tendo já alguns no choco.

3º. Os canários denominados vermelhos, este ano vou esquecer tudo o que me tem        acontecido. Apenas e só tenho dois novos, que os deveria ter separado à cerca de três dias e ainda o não fiz porque estão um pouco em baixo, julgo eu. Enfim ...é mesmo para esquecer.
Uma coisa é certa ... nada me pesa na consciência que me faça crer que sou o culpado, pois olhando à minha volta, vejo que aos outros tudo tem acontecido, infelizmente.

Agora que o tempo está melhor, parece que isto vai endireitar ... a esperança é sempre a última a morrer.

Um grande abraço

Canários T.Silva

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Ação humana pode ter extinguido mil espécies de aves em ilhas do Pacífico

Estudo publicado na 'PNAS' levantou dados de 41 ilhas, inclusive no Havaí.
Extinções ocorreram entre 3,5 mil e 700 anos atrás, dizem cientistas. 


Takahe, ave nativa da Nova Zelândia que está ameaçada de extinção  (Foto: Divulgação/Tim Blackburn/"PNAS")Takahe, ave da Nova Zelândia que está ameaçada de extinção (Foto: Divulgação/Tim Blackburn/"PNAS")
A presença humana em ilhas do Oceano Pacífico pode ter levado à extinção de cerca de mil espécies de aves não voadoras, aponta um estudo publicado nesta segunda-feira (25) pela revista "PNAS", da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
saiba mais 
A pesquisa analisou fósseis e dados de 41 ilhas no Pacífico para chegar ao resultado. Dois terços das populações de aves das ilhas do Havaí, Fiji e Samoa, entre outros arquipélagos, foram extintas no período entre a chegada dos primeiros humanos e a colonização europeia, sugere o modelo elaborado pelos cientistas.
As extinções ocorreram principalmente entre 3,5 mil e 700 anos atrás, devido ao desmatamento e à caça predatória realizada pelos humanos. Ilhas do arquipélago de Vanuatu, Tonga e Nova Caledônia também foram analisadas, segundo os pesquisadores.
O estudo foi realizado por cientistas da Universidade do Tennessee, dos EUA; pela Universidade de Camberra, na Austrália; e pela Sociedade de Zoologia de Londres, na Grã-Bretanha, entre outras instituições.
Nova Zelândia
Segundo o estudo, a taxa de extinção de espécies de animais na Nova Zelândia é baixa em comparação com a média das outras ilhas do Pacífico, apesar de o país ser um modelo de como a colonização e a caça destruíram espécies de aves mais recentemente.
A pesquisa aponta que a presença da população humana nativa não foi tão devastadora para a fauna neozelandesa quanto a chegada dos europeus. Após a vinda de populações de ingleses e de outros países da Europa, aves como o takahe, o kakapo e o kiwi passaram a figurar entre as que sofrem risco de extinção.